Julho de 2024: cinco segundas, cinco terças, cinco quartas
Julho de 2024 começou calmo, numa segunda-feira, dia 1, e não ficou assim. Ao longo dos 31 dias couberam cinco segundas-feiras, cinco terças-feiras e cinco quartas-feiras, e sobraram apenas oito dias de fim de semana. No fim, na sexta-feira, 26 de julho, os Jogos Olímpicos abriram em Paris. Cerca de 10 500 atletas desfilaram no rio Sena, sob chuva, rumo à Torre Eiffel.
A forma do mês
O mês abriu na segunda-feira, 1 de julho. O fecho coube à quarta-feira, 31 de julho de 2024. Foram 23 dias úteis, o máximo que esta configuração permite. As semanas numeradas vão da 27 à 31, cinco colunas direitas na grelha.
Os sábados foram só quatro, como os domingos: o fim de semana ficou curto. Houve quatro quintas-feiras e quatro sextas-feiras, para fechar as contas.
A lua nova chegou na sexta-feira, 5 de julho. O quarto crescente seguiu no sábado, 13 de julho. A lua cheia veio no domingo, 21 de julho, e o quarto minguante no domingo, 28 de julho. Quem conta luas teve dois domingos de referência.
O domingo dos títulos
No domingo, 14 de julho de 2024, o desporto mundial decidiu-se num dia só. Em Berlim, a Espanha venceu Inglaterra na final do Euro 2024, com o golo do título nos minutos finais. Em Miami, a Argentina levou a Copa América contra a Colômbia. Em Londres, Wimbledon coroou Carlos Alcaraz e Barbora Krejčíková.
Alcaraz repetiu o título frente a Djokovic; Krejčíková chegava ao torneio fora das dez primeiras cabeças de série. Quatro finais, três palcos, uma data na grelha.
Portugal já tinha saído, nas grandes penalidades, frente à França, em Hamburgo, na sexta-feira, 5 de julho. Foram 120 minutos sem golos antes da decisão. Foi, com toda a probabilidade, o último Europeu de Cristiano Ronaldo.
Um mês em ebulição
Na terça-feira, 9 de julho, a Europa lançou o seu novo foguetão a partir da Guiana Francesa. O Ariane 6 devolveu ao continente o acesso autónomo ao espaço.
Na sexta-feira, 19 de julho, uma atualização de segurança falhada derrubou cerca de 8,5 milhões de computadores Windows. Voos ficaram parados, hospitais sem sistemas, bancos às escuras. Foi o maior apagão informático de que há memória.
Na segunda-feira, 22 de julho, o planeta bateu o recorde de média térmica. Foram 17,16 graus, a leitura mais alta até então. E na terça-feira, 30 de julho, desabamentos de terra em Wayanad, na Índia, mataram mais de 300 pessoas. Foi o mês do maior espetáculo e de uma das maiores tragédias do ano.
No cinema, «Deadpool & Wolverine» abriu no mesmo dia da cerimónia de Paris e esmagou recordes de estreia. Ao lado, «Inside Out 2» tornou-se o filme mais visto de sempre da Pixar.
Imprima a grelha de julho de 2024 em A4, sem registo nem marca de água, e guarde uma segunda cópia na gaveta. Os sábados eram quatro; mereciam cuidado.