Julho de 2025: cinco terças, cinco quartas, cinco quintas
Julho de 2025 abriu numa terça-feira e fechou numa quinta-feira, com 31 dias distribuídos pelas semanas 27 a 31. Foi o mês das colunas do meio cheias: cinco terças-feiras, cinco quartas-feiras e cinco quintas-feiras, contra quatro de todas as outras. Somou 23 dias úteis e oito de fim de semana, números para planear sem surpresas. No papel, o fim de semana chegava sempre à mesma distância. Fora dele, três domingos decidiram títulos e uma noite de sexta-feira deixou o Texas de luto.
Três colunas cheias
As quintas-feiras foram cinco: 3, 10, 17, 24 e 31 de julho. A lua cheia chegou numa delas, na quinta-feira, 10 de julho; a lua nova na quinta-feira, 24 de julho. Entre as duas, o mês escureceu devagar.
As terças-feiras também foram cinco, de 1 a 29 de julho, e as quartas-feiras de 2 a 30. As sextas-feiras ficaram por quatro, 4, 11, 18 e 25, tal como os sábados, 5, 12, 19 e 26. Para quem conta fins de semana, o mês foi de medida justa.
Contas fechadas: 23 dias úteis, oito de fim de semana, cinco semanas numeradas. Uma folha A4 dá conta do recado; imprima duas, uma para a parede e outra para a pasta, ambas a 100 %.
Três domingos de final
No domingo, 13 de julho, Jannik Sinner venceu Carlos Alcaraz na final de Wimbledon. Foi o primeiro italiano a ganhar o torneio de singulares masculinos.
No domingo, 20 de julho, Scottie Scheffler levou o Open de golfe, em Royal Portrush, com quatro tacadas de vantagem. Foi o seu quarto grande título.
E no domingo, 27 de julho, duas coroas em poucas horas. Tadej Pogačar fechou a quarta Volta a França com mais de quatro minutos de vantagem. A Inglaterra venceu Espanha por 3 a 1 nas grandes penalidades, na final do Euro feminino, em Basileia.
O cometa, a cheia e a despedida
Na quarta-feira, 2 de julho, astrónomos confirmaram o 3I/ATLAS, o terceiro objeto interestelar conhecido a atravessar o sistema solar. Foi avistado pelo levantamento ATLAS, no Chile. Na quarta-feira seguinte, 9 de julho, a xAI lançou o Grok 4, o seu modelo mais potente até então.
A noite de sexta-feira, 4 de julho, trouxe a pior notícia do mês. Cheias rápidas no Texas deixaram mais de 135 mortos, entre eles crianças e monitoras de um campo de verão. O número chega e fica.
O rock perdeu Ozzy Osbourne na terça-feira, 22 de julho, aos 76 anos. Semanas antes, os Black Sabbath tinham feito o concerto de despedida em Birmingham, no sábado, 5 de julho. Foi a voz mais famosa do heavy metal.
Imprima a grelha e risque as cinco quintas-feiras com uma cor só: foi a coluna que nunca falhou. Julho de 2025 tratou do resto sem pedir ajuda.